As primeiras cervejas produzidas e comercializadas no Brasil foram batizadas de cerveja barbante, por conta dos barbantes que seguravam as rolhas das garrafas para impedir que saltassem longe com o efeito do gás da bebida engarrafada. As primeiras cervejarias brasileiras surgiram no fim do período monárquico, quando a família real portuguesa decidiu trazer o líquido para o país.

Antes disso, os colonizadores evitavam a popularização da bebida para incentivar o consumo do vinho produzido em Portugal. Até então, a cerveja era produzida apenas para consumo das famílias de imigrantes.

As primeiras receitas de cervejas comercializadas no Brasil eram chamadas Gengibirra e Caramuru. A primeira consistia em uma mistura de água, cascas de limão, gengibre e farinha de milho, e era vendida a 80 réis. A segunda era vendida pela metade do preço e sua fórmula levava milho, gengibre, açúcar mascavo e água.

A história da cerveja ainda tem uma origem misteriosa, mas é fato que a bebida espalhou-se por todo o mundo e faz parte da história de diversas culturas. Gostou do nosso artigo? Compartilhe com os amigos em suas redes sociais!

Evolução do processo de produção

Ao longo dos anos, a cerveja teve diversos ingredientes e modos de preparo. Após muita evolução, sua receita européia foi a que prevaleceu, tendo como base malte de cevada ou trigo, lúpulo e água. O malte produz o sabor adocicado, enquanto o lúpulo, uma flor, é responsável pelo amargor da cerveja. Há ainda a ação do fermento (levedura), elemento que só foi descoberto no século 20, que também altera as características do produto final.

Existem diversas formas de combinar estes ingredientes, com suas variáveis como diversos tipos de malteação, assim como torragem e caramelização do grão. Da mesma forma, há diversos tipos de lúpulos, assim como formas dele ser utilizado, gerando grandes diferenças de sabor. Estas combinações, juntamente com diferentes fermentos e águas, geram os estilos da cerveja.